Por JP Miranda Maria

No momento em que se compromete a dar conta de uma cultura, o artista percebe a necessidade de uma linguagem própria que deverá fluir sobre a sua obra. Ele conhece suas ferramentas, mas ainda está incerto, pois não é apenas ele que as manipulará. Falta a presença de seu objeto de estudo, que será o verdadeiro agente de sua estética. Mas antes de entrarmos na resposta cinematográfica, dada para esta questão com exemplos práticos dos filmes ditos “caipiras”, devo explicar aos leitores o conceito que está por trás de cada plano nosso. Neste breve texto abordarei apenas um dos aspectos por trás do “Cinema Caipira” e de sua construção estética, da qual ainda está em processo constante.

Vamos encontrar algo que possa dialogar com este processo criativo como, por exemplo, a pintura. O interior paulista tem seus pintores e dois dos mais influentes foram José Ferraz de Almeida Júnior e Candido Torquato Portinari. Almeida Júnior nasceu em Itu, no interior paulista, mas estudou a técnica na Academia Imperial de Belas Artes no Rio de Janeiro e na Europa a partir de uma bolsa de estudo concedida pelo imperador D. Pedro II. Seu retorno ao Brasil foi o produto de uma série de quadros que estão intensamente vinculados com sua memória caipira, retratando uma realidade bem distante da conhecida pela Academia.

Uma realidade crua e bastante bruta, revelando baixas condições sociais vividas pelos moradores do interior paulista. O seu compromisso social à realidade retratada é uma de suas principais características. Não apenas às condições de um cidadão caipira, mas também, por exemplo, à situação feminina do século IXX. Para ilustrar a realidade destas mulheres ele provocava os espectadores com retratos de situações “incomuns” ou “impossíveis” para as mulheres daquela época. Pois em seus quadros podemos ver as mulheres lendo e refletindo em posições contrárias aos antigos costumes.

Da mesma forma a influência da vida caipira lhe cerca e faz com que surjam as suas principais obras, mantendo a intensidade dos conflitos sociais. O engajamento social em sua arte é mais que necessária, é o que faz sua obra ganhar interesse e uma profunda leitura sobre gestos de mãos, expressões, roupas, luz e cenário. O ambiente aparentemente visível ou não em suas telas está presente nos corpos de suas personagens que apresentam a opressão de uma realidade sobre os seus estímulos mais simples; como a leitura de um texto por uma mulher na imagem acima, ou como o cotidiano de um homem picando seu fumo, ou sendo interrompido enquanto amolava seu machado.

O que motiva seus seres é algo bastante simples, não há nada de extraordinário em suas ações, mas curiosamente, por causa do ambiente e contexto que estão inseridas essas personagens parecem contrariar o que está à volta. As reações delas aparentemente são passivas e cúmplices daquele ambiente rústico e opressor que está ilustrado. Porém a partir de sutilezas de comportamentos podemos ver coisas contrárias que discutem aquela falsa harmonia. Como a surpresa de um homem sendo interrompida em sua amolação ou mesmo a atenção de uma criança do interior sobre o preparo de uma isca sem a ajuda de seu pai como na próxima imagem.

A tranqüilidade e harmonia expressas na imagem acima são dimensionadas e questionadas por pequenos detalhes que recriam o rústico universo do meio caipira. O seu caipirismo é notado não apenas pelas temáticas de seus quadros, mas pela ênfase dada à simplicidade de cada cena. O costume da pescaria no interior colocada nesta imagem revela assim como na tela “Amolação Interrompida” a humildade das personagens. Elas “humildemente” sentem a pressão de um ambiente rústico e preconceituoso, assim como na imagem acima.

Enquanto a criança prepara sua isca, o adulto ao seu lado a ignora, se mantendo imóvel e não disposto a guiar a ação do menino. Este, de cabeça baixa, não parece pedir ajuda, porém não há sinais em sua expressão que digam que esta tela ilustra uma alegre pescaria. As roupas simples de suas personagens também ressaltam certa precariedade de suas condições humanas. Não podemos também dizer que suas imagens denunciam apenas a negatividade de uma miséria e pobreza no ambiente caipira, mas dizer que ela retrata uma das mais características aparências da singular cultura caipira. As personagens são tristes, miseráveis e ridículas, mas vivem suportando suas angústias. Elas são pobres, descalços e vestem trapos como roupas. Estão sempre de cabeça baixa e com vergonha de si mesmas. Mas elas sempre estão trabalhando ou atentas aos mínimos detalhes de seus afazeres do cotidiano. Elas suportam com bravura as más condições de vida. Assim como uma árvore suporta as adversidades climáticas e intervenções do mundo ao seu redor. O rústico esconde a sensibilidade do cidadão caipira.

Assim para o cinema, há de se retratar ou minimamente dialogar a cultura do interior de forma própria a conter este conflito. É algo percebido por qualquer artista da região, pois antes de tudo ele mora e convive com essas pessoas diariamente e não pode negá-las em suas obras. A única maneira de negar é se mudando para a capital. A cultura caipira é exótica por ter traços silenciosos e ridículos. O silêncio está na obediência e submissão de seus trabalhadores, que tentam esconder seus problemas, mas por pequenos gestos acabam revelando um descontentamento e pessimismo. O ridículo está em suas roupas, aparências e costumes, pois eles querem vestir todos os seus sonhos sem saberem dosar a medida certa. Eles ridiculamente expressam seus sonhos ao mesmo tempo em que querem esconder e silenciar suas angústias.

O mais importante para o Cinema Caipira não é contar estórias, mas absorver em si a História de uma cultura a partir de uma estética própria. Conseguir imprimir o silêncio das manifestações contra uma deprimente condição, quando a vontade de expressar seus desejos sinceros resulta num ridículo e cafona modo de ser. O Cinema Caipira precisa saber fazer Comédia quando a situação está para Drama e vice versa. Um exemplo prático é o filme interativo “14-BIS”, realizado em 2006. No filme é apresentado um Santos Dummont obsessivamente comprometido com seus princípios científicos, mas que se comporta de maneira “ridícula”. Mas ao se assistir o filme se percebe a insistência da personagem em idealizar e criar sua invenção, tentando expressar suas angústias de maneira rústica e corporal.

O cinema caipira instiga uma nova leitura de temas e estórias, saindo da maioria das imitações medíocres que se encontram no cinema atual. Não é mais uma cópia de clichês estéticos, mas um olhar que ao mesmo tempo é contemporâneo e caipira. Um olhar que consegue ler o mundo a sua volta de maneira diferenciada e sensível. O caipirismo proposto pelo nosso cinema não está preso a apenas reproduzir temáticas do interior, mas absolutamente o contrário, conseguir olhar o mundo com esta visão caipira. Visão esta que está sendo argumentada com exemplos da História da Pintura Nacional.

Agora vejamos a contribuição de outro forte nome da pintura como a de Candido Portinari: Seus corpos que trabalham sem descanso e que possuem pés e mãos árduas pela prática são também características fundamentais para nossos filmes. Vejam a imagem acima; um rascunho traçado pelo pintor Portinari. Trata-se de um estudo sobre uma posição de um trabalhador muito próxima da aparência do homem caipira. Da mesma forma que Almeida Júnior, Portinari nascera numa cidade do interior paulista; a cidade de Brodowski. Lá ele viveu sua infância, guardando recordações que seriam inevitavelmente imprimidas em suas imagens. O comportamento caipira sempre foi foco de seus estudos. As experiências dos homens que lhe davam com a terra e o folclore regional são visivelmente presentes em suas telas. Como o desenho acima, a importância está sob o trabalho da personagem, sobre suas mãos e pés. O rosto não é visto, pois é ocultado por um chapéu e a própria posição dele sugeriu uma falta de vontade de revelar sua face. É a falta de interesse misturada com a timidez e a humildade que acabam proporcionando ao caipira esta imagem. Ele prefere trabalhar, realizar seu afazeres com silêncio e sigilo.

Suas expressões não estão em seu rosto, mas nestes afazeres que revelam a brutalidade de seu corpo e vivência. Acostumado com sua vida ele não prefere mudanças e assim o progresso massacra a sua cultura. Assim como o índio quer ter os pertences do homem branco, o caipira quer se inserir no universo moderno e cosmopolita. Mas o seu corpo e comportamento negam tal atitude, portanto o que há é um equivoco: O caipira quer usar coisas modernas, mas não as compreendendo, acaba usando as de forma não convencional e ridícula, por fugir do padrão. O cinema caipira quer dar conta de uma cultura que está prestes à extinção, resgatando seus valores enraizados. O cinema daqui precisa conter este corpo caipira, independente da temática de cada filme. O “erro” de ser ridículo ou deslocado são características constantes das personagens dos filmes caipiras. Da mesma forma a nossa câmera quer registrar ao detalhes destas formas brutas que resistem com a opressão da contemporaneidade.

Por Ernesto Piedras

Atualmente a investigação no campo da economia da cultura, também conhecido como das indústrias culturais, tem avançado de forma tão significativa que não há nenhuma dúvida sobre a importante contribuição econômica gerada pelas unidades econômicas ou das empresas que a constituem. Assim identificamos hoje não só seus termos sociais, estéticos e de identidade, quanto seu peso significativo no setor econômico dos nossos paises em questões de produção, investimento, geração de emprego e atração de investimentos produtivos, entre outros.

Todas as atividades econômicas relacionadas com a cultura passam por um processo que vai desde a sua concepção ou conceituação, investimento ou criação, materialização ou produção, distribuição, comercialização e, finalmente, a apresentação pública final.

Na busca pela promoção de programas e atividades culturais que simultaneamente facilitem o aproveitamento dos benefícios econômicos da Cultura, deve acima de tudo na fase de apropriação dos benefícios do setor cultural, evitar repetir os padrões de concentração em ambas as fases de comercialização e venda de bens e serviços culturais, existentes nas empresas ou grandes unidades econômicas.

Público do cinema brasileiro cresce 76%

O ano de 2009 registrou o melhor desempenho do cinema nacional nos últimos cinco anos, de acordo com o balanço do mercado cinematográfico elaborado pela Agência Nacional do Cinema (Ancine). Comparado aos números de 2008, o público dos filmes brasileiros cresceu 76% e o market share fechou o ano com 14,28%, acima dos 10,16% registrados no ano anterior. Ao todo, foram 16.092.482 espectadores, com uma renda total de R$ 131.936.273,88.

De janeiro a dezembro, foram lançados comercialmente 84 filmes nacionais, sendo 45 de ficção, 38 documentários e uma animação, enquanto os lançamentos estrangeiros foram 235: 144 americanos e 91 de outras nacionalidades.

O principal responsável pelos bons resultados no setor de exibição foi “Se eu fosse você 2”, que vendeu 6.112.851 ingressos e arrecadou R$ 50.543.885,00, superando o recorde anterior do período que ficou conhecido como Retomada, “Dois Filhos de Francisco”, lançado em 2005, com 5.319.677 espectadores. “A Era do Gelo 3”, por sua vez, foi o filme mais visto do ano, com 9.279.602 ingressos e renda de R$ 81.118.935,00.

Segundo Manoel Rangel, diretor-presidente da Ancine, esses resultados positivos indicam que o cinema brasileiro está vivendo uma nova fase: “A produção nacional está ocupando o mercado de forma continuada e consistente, no que parece ser um ciclo sustentável de crescimento”.

As 21 horas, Sala Álavaro Moreyra

 

Divertida comédia que mostra as situações engraçadas e absurdas pelas quais os atores (e aspirantes a ) passam. Como se fosse um de diário de ator. No melhor estilo de comédia do absurdo, mostra o mundo dos atores e da busca pela celebridade, situando também o atual período da tele-dramaturgia brasileira. E tudo isso no teatro, esse espaço mágico onde os atores, sem qualquer utilização de cenário e figurinos, fazem aparecer e desaparecer todo um universo.. Não tenha medo, venha você também ficar FORA DO AR!!!

Direção – Felipe Mônaco Dramaturgia – Grupo do Play Elenco – Cassiano Fraga, Felipe Mônaco, Leonardo Barison e Patrícia Soso

O quê: Assembléia Setorial de Música do RS

Quando: 6 de janeiro de 2010 – 18h

Local: Plenarinho da Assembléia Legislativa do RS

  • Objetivo principal : Eleger representantes (3 titulares + 3 suplentes) do Estado do RS para a Pré-Conferência Nacional de Música (prevista para fevereiro), etapa preparatória a II Conferência Nacional de Cultura.
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Ano Novo, tudo de novo… Agora, além de trabalhar, é torcer para que os investimentos em cultura aconteçam em maior volume. Temos tambem de trabalhar para que os investimentos em cultura aconteçam em todo o Brasil de forma mais equânime.

SUCESSO PARA TODOS NÓS!

Um ano termina, bom para uns, ruim para outros, o certo é que o Ano Novo sempre traz promessas de renovação.

Aqui vão algumas dicas para iniciar nossos projetos com boas energias:

  • Pela numerologia, o ano será influenciado pelo número três, isso quer dizer que será um período favorável para eventos, pois a comunicação, como um todo, estará em alta. O amarelo será a cor de 2010, reforçando ainda mais a comunicação e a expansão nos negócios. Mas cada pessoa tem uma cor, se você quiser saber qual a previsão individual e a cor para você usar, some o dia do seu aniversário ao Mês, acrescente o número três (que é o número de 2010), o resultado está no texto abaixo, (ex. 23 de maio= 23+5+3(número do ano)= 31= 3+1= 4= verde

Ano 1 – Plantando as sementes
Use o Vermelho: é a cor da vitalidade, estimulante da sensualidade, das paixões. Ativa a circulação e o metabolismo e é também a cor das pessoas autoconfiantes, firmes, cheias de auto-estima e coragem.

Ano 2 – As sementes estão lançando raízes
Use o Laranja: é cor da prosperidade, o estímulo às energias vitais do corpo. A cor ativa a digestão e a fertilidade, além de simbolizar a alegria de viver, a simpatia, a comunicação e o otimismo.

Ano 3 – Começam a aparecer os primeiros frutos.
Use o Amarelo é a cor símbolo da criatividade, pois estimula a capacidade mental. Também elimina as impurezas físicas e mentais. Por essas características é a cor do intelecto e do estudo.

Ano 4 – Trabalhe com afinco
Use o Verde é a cor da esperança, o verde estimula e equilibra as emoções. É um ativador do poder de cura e do crescimento. Representa também o amor altruísta, a jovialidade e a regeneração.

Ano 5 – Tempo de germinar
Use o Azul é a cor da harmonia e o estímulo da compreensão. O azul neutraliza as energias negativas e diminui a ansiedade. Simboliza a confiança e o equilíbrio.

Ano 6 – O florescimento
Use o Anil é a cor da sabedoria e que estimula as faculdades psíquicas. É um poderoso ativador da imaginação e intuição. É a representação da inspiração, concentração e discernimento.

Ano 7 – As plantas dão frutos
Use o Violeta poes representa a espiritualidade, a expansão da consciência. Sua ação purifica a aura e elimina as impurezas astrais. É a cor da intuição, devoção e contemplação.

Ano 8 – A hora da colheita
Use o Rosa é a cor que representa a emotividade, o amor e a fidelidade. Sua ação harmoniza a aura, equilibra o chakra cardíaco e elimina as impurezas do sangue.

Ano 9 – Tempo de regar a terra depois da colheita e de preparar um novo plantio.
A cor é o Branco que representa a paz, a purificação, a calma e a virtude. É a união de todas as cores. Sua ação clareia os pensamentos e equilibra a mente.

  • Pelo horóscopo chinês, 2010 será o ano do tigre, sinal de que fatos acontecerão com maior intensidade, a busca pelo poder estará maior e os acontecimentos se desencadearão, visando os extremos: o bem e o mal.
  • De acordo com a terapeuta Holística Samanta Nahima, O ano de 2010 é composto por regentes que trabalham o equilíbrio, o amor, a compaixão, o autoconhecimento, a beleza e as artes. Haverá mudanças bruscas, as quais testam nossa capacidade de buscar o bem e manter o equilíbrio. Todas as coisas tendem a fluir sem maiores empecilhos, entretanto, deve-se ter cuidado para não se tornar uma pessoa compulsiva pelos bens materiais, tão pouco supervalorizar o ego moral.
  • Os regentes do ano serão Iemanjá e Oxalá e eles parecem não medir esforços para despertar o amor incondicional presente no ser. “Ao que tudo indica, 2010 será um ano de valorização e despertar de nossa essência divina, o que faz com que fiquemos mais voltados a nos aproximar das pessoas. Os regentes do ano lutam para manter o equilíbrio e a harmonia”, explica Samanta, e as cores são os tons de azul.
  • Segundo a astrologia, 2010 é regido pelo Planeta Venus e a cor rosa o representa.

Seja qual for a sua crença, faça da virada do ano um portal para pensamentos positivos.

Vista a cor que possa funcionar como chaves de memória para o seu cérebro ficar ligado nas suas pretensões para 2010.

Abrace muito quem você ama, distribua palavras de carinho, enfim, plante as sementes que germinarão no Novo Ano!

Beijos!

Jac.

Últimos dias em 2009 para investimento em

cultura atraves das Leis de Incentivo Rouanet e

Audiovisual

Investimento atraves do Imposto de Renda Pessoa Jurídica

O investimento terá o limite de 4%. O valor investido podera ser investido ou  pela Lei Rouanet ou pela Lei do Audiovisual. O investidor poderá tambem optar por dividir os recursos do investimento entre as duas leis respeitando o limite de 4%.

Pessoa Física,veja como é fácil fazer seu investimento

(Para contribuintes que usam o formulário DECLARAÇÃO COMPLETA)

Basta olhar o IR do ano que passou, ver o imposto devido, e doar 6%. Este valor será abatido integralmente na sua próxima declaração

Como calcular o valor de sua doação: Como doar: Como declarar:
Verifique o valor do Imposto de Renda devido, usando como referência o valor apurado na declaração de 2008. Calcule 6%* sobre este valor: esta é a quantia aproximada que você poderá abater na declaração de 2009, se não houver grande alteração nos seus rendimentos.

Por exemplo: se o valor do Imposto de Renda devido apurado na declaração de 2008 for de R$ 2.000,00 (não importando qual o valor retido na fonte, valor já pago ou valor a restituir), você poderá doar até R$ 120,00 e abater integralmente esse valor. Caso o valor integral do imposto devido já tiver sido pago, através de retenção na fonte ou carnê-leão, você terá o direito à restituição do valor da doação.

* no caso de Pessoa Jurídica, este percentual é de 4%.

Entre em contato conosco, manifestando seu interesse. Agendaremos local e horário para recebimento da doação. No ato, forneceremos o recibo no valor da doação que será o documento comprobatório perante a Receita Federal. Na ficha da Declaração Completa intitulada “Pagam” ou ”Relação de Pagamentos e Doações Efetuadas”, informe os seguintes dados:

Campo Código: 9 – Incentivo à Cultura

Campo Nome do Beneficiário——

Campo CNPJ do beneficiário: 295951930-20

Campo Valor Pago: informe o valor efetivamente doado constante no recibo

Campo Parcela não dedutível/Valor reembolsado: deixe em branco

O valor que você doou será somado automaticamente a outras doações porventura relacionadas (nas categorias Estatuto da Criança, Incentivo à Cultura ou Incentivo à Atividade Audiovisual). O limite da dedução é calculado pelo próprio programa.

Você não precisa anexar o comprovante (recibo) à declaração. Conserve-o em seu poder até 31/12/2014, à disposição da Secretaria da Receita Federal.

Ressurgimento pós recessão

crunch

Nos últimos dez anos, as indústrias criativas tornaram-se um dos mais modernos e mais comentados componentes da economia global. Elas são apenas espuma na superfície do capitalismo exuberante, prestes a serem fundidas por uma recessão global, ou são um paradigma para um novo futuro em rede, em que a qualidade em vez da quantidade passará a ser o árbitro final de sucesso em um mundo cuja população está crescendo mas cujos recursos estão diminuindo?

Em “Afther The Crunch” os editores Tom Bewick, John Holden, John Kieffer, John Wright Shelagh Newbigin juntam forças a 42 artistas, empresários, comentaristas, analistas políticos, acadêmicos – e cidadãos – para definir seus medos e esperanças para o futuro.

Neste documento, é feita uma análise acerca das expectativas criadas em torno das Indústrias Criativas durante a última década e do seu importante papel para o futuro depois da crise recente.

Para ler o documento (em inglês) na íntegra, clique aqui.

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