“Oxigênio” repercutindo na imprensa gaúcha!

Hoje, o encarte “O Peixeiro”, do Jornal Agora da cidade de Rio Grande tem 2 páginas e a capa dedicadas a entrevista com Beto Rodrigues, diretor da Panda Filmes, e com Pedro Zimmermann diretor de “Oxigênio”. O tema as filmagens de “Oxigênio” na cidade de Rio Grande.

Mais uma vez agradecemos aos apoiadores do projeto que, entre outros, foram Refinaria Riograndense e Medlive.

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Nós, que nos queremos tão pouco

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Publicizamos hoje mais um novo produto fruto da parceria com a Margem Cinema Brasil. Desta vez o projeto de longa-metragem “Nós, que nos queremos tão pouco”. Entre os atores estarão os incríveis Rui Rezende e Fernanda Carvalho Leite.

Longa-metragem de cerca de 70 minutos. Duas filhas, Mara e Antonia, e um pai, Constâncio, se reúnem devido à possibilidade de exumação do corpo de Mariana, sua mãe e esposa, morta em um suposto acidente de carro anos antes. Esse encontro trará sentimentos pesados e arrependimentos que abalarão a família, além do segredo que os destruiu: o abuso sexual da filha mais velha, Mara, pelo pai Constâncio. O filme aborda uma questão de suma importância no Brasil e no mundo e que ainda é muito pouco discutida. Entre os atores estão Rui Rezende como Constâncio e Fernanda Carvalho Leite como Antônia.

OXIGÊNIO em Rio Grande TV Mar Andrea Muller

Comemorando o sucesso das filmagens de “Oxigênio” na cidade de Rio Grande queremos agradecer aos apoiadores deste lindo projeto. Agradecimento especial a Refinaria Riograndense sempre antenada e levando eventos bacanas para Rio Grande. Agradecimento muito especial a Medlive que também está apoiando este  belo projeto.
Temos um longo caminho pela frente, finalização  e lançamento do filme “Oxigênio” até lá trocaremos notícias. Enquanto isso, acompanhem a boa conversa da Andrea Muller com Beto Rodrigues, sócio diretor da Panda Filmes, que esteve em Rio Grande para as gravações de Oxigênio. O programa irá ao ar na TV MAR na quinta-feira às 20 h, na sexta-feira às  12 h 15 min e no sábado às 7 h e 22 h 30 min, nos canais 22 da NET e 17 da BLUE.
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Animação: a escalada de um produto infantil à forma de arte

Há oitenta anos Walt Disney lançou a animação ''Branca de Neve e os Setes Anões'' e marcou a história do cinema

Reprodução

Há oitenta anos Walt Disney lançou a animação ”Branca de Neve e os Setes Anões” e marcou a história do cinema

Quando você vai ao cinema com certeza sempre se depara com alguma animação em cartaz, mas dificilmente irá parar e olhar para ela com mais atenção, afinal, existem tantas outras opções “mais sofisticadas”. Mas, bem, os números relacionados às animações falam por si só: dentre os dez filmes mais vistos de 2016, quatro eram animações e todos eles – sim, absolutamente todos – utilizam alguma técnica de animação digital em sua produção. Com altos e baixos ao longo de décadas, as animações hoje constituem um gênero tão respeitável quanto qualquer outro, mas vivem momento decisivo para o futuro do segmento.

No cinema há oitenta anos, a animação já sofreu altos e baixos e hoje se consolida como gênero rompendo a barreira do circuito mainstream

De onde vieram?

Há oitenta anos Walt Disney revolucionou o cinema quando lançou em 1937 o primeiro longa-metragem de animação da história: “Branca de Neve e os Sete Anões” é, até hoje, considerada uma obra-prima do cinema. Com produções sofisticadas, como “Fantasia”, e adaptações de contos de fadas clássicos o estúdio consolidou as animações no mercado do entretenimento e, aos poucos, abriu espaço para a criação do gênero. Mais de cinquenta anos depois da primeira aventura dos desenhos no mundo do cinema, “A Bela e a Fera” foi o primeiro filme a bater de frente com as produções “reais” no Oscar na briga por Melhor Filme.

''A Bela e a Fera'', lançada em 1991, foi a primeira animação a entrar para a briga pela estatueta do OscarReprodução

”A Bela e a Fera”, lançada em 1991, foi a primeira animação a entrar para a briga pela estatueta do Oscar

As animações nunca deixaram de cair na graça do público – gerações cresceram vendo as princesas e animais falantes nas telas de cinema –, mas, desde o Oscar de 1991 elas começaram a mostrar sua força para despontar como gênero cinematográfico de fato. Em 2001 foi criada uma categoria específica para acomoda-las na premiação e, como aponta o crítico do Yahoo Diego Olivares, essa abertura foi muito importante para dar espaço para as “produções artesanais”, como ele chamou os filmes que fogem à tradicional dupla da Disney- Pixar .

“Mas isso é coisa de criança!”

Quando se fala em animação a primeira coisa que as pessoas pensam, em geral, são os clássicos infantis que todos conhecem – afinal, quem nunca assistiu “A Bela Adormecida”, “Pinóquio” ou “Alice no País das Maravilhas”? E, assim, se consolidou uma ideia que animação é sinônimo de filme para crianças, mas, na realidade, não é bem assim. Jonas Brandão, sócio da produtora brasileira Split Studio, brinca com a classificação “essa não é uma boa fama para se carregar” e explica que isso está fortemente atrelado a uma estratégia de marketing para maximizar o alcance dos filmes. “Quando os estúdios fazem esses blockbusters, eles miram no maior público possível para recuperar os custos e poder rentabilizar”, comenta.

''Zootopia'' doi a segunda animação mais rentável de 2016 e faturou mais de 1 bilhão de dólares na bilheteriaReprodução

”Zootopia” doi a segunda animação mais rentável de 2016 e faturou mais de 1 bilhão de dólares na bilheteria

Leo Matsuda trabalhou em alguns filmes da Disney que tinham exatamente esse perfil, como “Operação Big Hero 6” e “Zootopia”, e para ele ser chamado de “ infantil ” não é algo necessariamente ruim. “O sucesso de box office são as animações”, afirma ele. E, de fato, em 2016 o segundo filme com maior bilheteria, de acordo com o site Box Office Mojo, foi “Procurando Dory”, que faturou mais de US$ 1,029 bilhão, atrás apenas de “Rogue One: Uma História Star Wars” e “Capitão América: Guerra Civil”. Logo atrás vem “Zootopia”, com cerca de US$ 1,023 bilhões de faturamento. “[As animações] vão existir de qualquer forma”, conclui Leo.

E animação dá dinheiro?

Para os gigantes da indústria como a Pixar animação é um negócio extremamente rentável. Para se ter uma ideia, “Procurando Dory” teve uma margem de lucro de aproximadamente US$ 60 milhões. “O desafio hoje de todo mundo de fora de Hollywood é conseguir entrar no circuito comercial”, comenta Jonas Brandão. Apesar de reconhecer que é difícil olhar nos olhos de gigantes e competir com eles por essa fatia do mercado, as animações ainda tem um grande potencial de se espalharem por outros veículos e em outros formatos – e é justamente isso, para ele, que está chamando a atenção de produtoras de “live action” que tentam se enveredar nesse caminho para abocanhar pelo menos uma fração desse público.

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Gráfico com as dez maiores bilheterias de 2016, das quais 40% são animações e todas usam alguma técnica de animação

Gráfico com as dez maiores bilheterias de 2016, das quais 40% são animações e todas usam alguma técnica de animação

Por outro lado o alto custo de produção desses filmes pode ser entrave para quem está fora do mainstream. “Moonlight” por exemplo, custou US$ 1,5 milhão, enquanto “Anomalisa”, uma animação independente, custou US$ 8 milhões”, comenta Diego Olivares. A escassez do lucro, nesses casos, é um risco que ameaça constantemente esse mercado a se afogar na tentativa de emergir e consolidar sua produção. “Anomalisa” rendeu apenas US$ 5,5 milhões – ou seja, não só ficou abaixo do seu orçamento, mas deu prejuízo para o estúdio, apesar de ter sido amplamente aclamada pela crítica. “É difícil rentabilizar filmes que não sejam infantis”, completa Jonas Brandão.

Para onde tudo isso vai?

É difícil estabelecer algo certeiro, afinal, há muitas variáveis envolvidas que são extremamente fluídas – como prever as tendências de mercado para daqui 5, 10, 15 anos? Mas é certo que há otimismo para as pessoas do meio com relação a isso olhando para diferentes perspectivas acerca do tema. Com uma visão mais ampla sobre as animações, Leo Matsuda apontou que a a hibridização do cinema – mesclando live action com animações – é uma fórmula que está ganhando força. “Você nem sabe mais onde está a animação”, comenta.

Animação para adultos, ''Anomalisa'' não conseguiu nem cobrir orçamento do filme com sua baixa bilheteriaReprodução

Animação para adultos, ”Anomalisa” não conseguiu nem cobrir orçamento do filme com sua baixa bilheteria

Apostar em novas temáticas e abordagens é um dos rumos que as animações pode tomar – para ele é através da ampliação dos sentidos e mensagens transmitidas por meio desses filmes que eles irão conquistar seu público, a crítica e, ainda, seriam mais significativos para a memória que se cria a partir desses trabalhos. Se equiparando à polidez narrativa de live actions, para ele, essas animações poderiam ir muito além da forma que se apresentam hoje em dia. Na mesma linha, Jonas Brandão cita que animação não é só um gênero “é uma forma de arte própria, é uma ferramenta de comunicação, de contar histórias”.

 Link deste artigo: http://gente.ig.com.br/cultura/2017-05-30/animacoes.html

Fonte: Gente – iG @ http://gente.ig.com.br/cultura/2017-05-30/animacoes.html

Novidades do Iº SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE ESCULTURAS CIDADE DE PORTO ALEGRE!

A imagem pode conter: céu e atividades ao ar livre

O SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE ESCULTURAS CIDADE DE PORTO ALEGRE acontecerá nos dias 16 a 26 de março de 2018, durante as comemorações da semana da cidade com 12 escultores selecionados.
Até chegarmos a este momento, houve um processo de seleção onde mais de 70 artistas foram analisados e 55 portfólios elaborados pela comissão de pesquisa. Com base na análise destes portfólios, 40 artistas foram convidados a enviar seus projetos.
Dos projetos enviados foram selecionados 12 trabalhos em duas etapas, uma para artistas estrangeiros e outra para artistas brasileiros.

Os escultores que irão participar deste evento são os seguintes:


Arlindo Arez – Portugal
Carina Fabaro – Argentina
Hidalgo Adams – Brasil
Jorge Schröder – Brasil
Márcia de Bernardo – Brasil
Marco Rocha – Brasil
Maurício Guajardo – Chile
Pablo Yactayo – Peru
Renato Brunello – Brasil
Ricardo Olszewski – Brasil
Sabrina Coco – Argentina
Valeriano Hernadez – Espanha

As Supimpas

Fruto de nosso acordo com a Margem Cinema Brasil apresentamos hoje mais um projeto: “As Supimpas”!

As Supimpas” tem como foco o público chamado de “terceira idade” público este cada vez mais atuante inclusive nas redes sociais.  “As Supimpas” conversará especialmente com essa nova terceira idade.

Série ficcional -comédia- com 13 episódios de 26 minutos que conta a história de Luise Marchan, que, demitida após comandar um programa por 20 anos, reencontra Bianca de Almeida, amiga e atriz aposentada. As duas criam “As Supimpas”, programa de aventura realizado com uma equipe da velha guarda do cinema brasileiro, nomes conhecidos do audiovisual brasileiro. O programa viraliza na internet, transformando Luise e Bianca em estrelas novamente. As Supimpas aborda a terceira idade de uma maneira diferente e tem uma proposta transmídia: os programas de aventura produzidos por Bianca e Luíse estarão realmente disponíveis na internet. Para cada programa que será realizado, as protagonistas convidarão um(a) amiga(o) da sua geração -pessoas conhecidas da cena do audiovisual brasileiro- que já fez muito sucesso e que se encontra esquecido, sem trabalho. O programa delas é de aventura. Elas e os convidados descerão corredeiras de um rio, saltarão numa grande tirolesa, farão uma trilha de difícil acesso, explorarão uma caverna, entre outros.

Entre as atrizes -que apresentarão os programas- teremos Léa Garcia, e Aracy Cardoso. Roteiro e direção: Lisiane Cohen.

Margem Cinema Brasil: Novo produto!

Vida que segue, vida que anda. O ano 2016 foi um bom ano de trabalho e 2017 continua no mesmo ritímo. Ainda comemorando o sucesso do Guia de Arquitetura projeto pelo qual temos que agradecer o apoio do Grupo Savar (através da Lei Federal de Incentivo a Cultura/Lei Rouanet) que o viabilizou, nos preparamos agora para as filmagens de “Oxigênio” na cidade de Rio Grande no RS.

Novos projeto estão vindo também através de um novo acordo desta vez com a  Margem Cinema Brasil.  A produtora que é gerida pela  cineasta Lisiane Cohen é autora de belos projetos.  Projetos os quais apresentarei aos poucos.

O primeiro projeto da  Margem Cinema Brasil que apresento é o  PEDALAR.

Pedalar é uma série de 13 episódios com a duração de 26 minutos cada. Em formato “doc-reality”. Cada personagem será acompanhado de como se adapta à realidade da mobilidade urbana da cidade onde vive e enfrenta o Caminho de Santiago. Serão levantadas questões relevantes sobre igualdade de gêneros e dispendida atenção especial ao acompanhamento da viagem das ciclistas e o impacto disso em sua visão de si mesmas e de seu lugar na sociedade.

“ELA TEM FEITO MAIS PARA EMANCIPAR AS MULHERES DO QUE QUALQUER OUTRA COISA NO MUNDO.”
Líder feminista americana Susan Anthony (1820-1906) se referindo à bicicleta como meio de emancipação feminina
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