A Boa Notícia do Ano!

Otto Guerra

30 de junho às 20:26  · No meio da quarentena, ciclone e frente fria, recebo a notícia de que sou o mais novo membro da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood. O Oscar, aquele eheheheh Só me resta beber. Tim-tim!https://www.oscars.org/news/academy-invites-819-membership

‘Que Horas Ela Volta?’ e a delicada força de Anna Muylaert

Minha homenagem a duas grandes mulheres Regina Casé e Anna Muylaert, a última posso dizer que conheceço apresentada pela produtora gaúcha radicada em São Paulo Sara Silveira.

Beijos nessas três meninas de ouro! Sucesso e que venha o OSCAR!

Regina Casé em
Regina Casé em “A Que Horas Ela Volta” de Anna Muylaert

Em longa que explora as nuances do relacionamento entre patrões e empregados domésticos, diretora se abre para um público maior e desponta entre as cotações para o Oscar, mas mantém o foco em um cinema composto de detalhes.

Val (Regina Casé) lava, cozinha e cuida do filho da família, Fabinho (Michel Joelsas, o menininho de O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias), enquanto a mãe, Bárbara (Karine Teles), uma consultora de moda, trabalha, e o pai, Carlos (Lourenço Mutarelli), um rico herdeiro, se entedia pela casa, entre as telas que pinta e o ócio absoluto que cultiva. Mais do que isso: Val aperta o interruptor quando Seu Carlos quer luz na piscina e lhe serve um copo d’água quando ele sente sede. E não se aventura a mergulhar na piscina que acende ou a se sentar na mesa para beber água com o patrão. Tudo bem, afinal, Val é parte da família. Ela está ligada aos três por uma rede de afetos que não se desfaz nem quando desce as feias escadas que levam ao seu quartinho, com uma janela para lugar nenhum, onde Fabinho por vezes busca abrigo. Esse equilíbrio, porém, é rompido com a chegada de Jéssica (Camila Márdila), a filha que Val deixou no Nordeste e que, depois de três anos sem falar com a mãe, a procura porque quer prestar vestibular em São Paulo. Por fora do acordo tácito entre empregada e patrões, Jéssica não quer dormir no quartinho. Visita, ela leva Carlos a convidá-la a ocupar o quarto de hóspedes da casa, onde estuda para o vestibular em vez de ajudar a mãe na lida doméstica. Ela também almoça com o patrão de Val e comenta os seus quadros e o estilo modernista da casa, deixando Carlos fascinado por ela, para desespero de Bárbara. É com esse enredo enganosamente simples, já que parece reproduzir o ambiente de muitos lares do país, que a paulista Anna Muylaert constrói o seu quarto longa-metragem, Que Horas Ela Volta?, em cartaz desde quinta-feira. Testemunha das mudanças por que passam as relações entre patrões e empregados, a produção, já cotada ao Oscar por publicações estrangeiras, é também um delicado trabalho de uma cineasta voltada a investigar as relações humanas.

“Eu não saberia fazer filme de ação. Não me interessa”, diz Anna, que vem afiando o seu olhar para as miudezas do cotidiano, e também para as obscuridades por vezes irônicas ou surpreendentes da psique humana, desde Durval Discos, de 2002. No longa, Etty Fraser e Ary França fazem mãe e filho, ele o vendedor de uma loja de discos, que adotam uma garota. Na primeira parte do longa, tudo é lindo entre os três. Na segunda parte, porém, tem início uma sucessão de pesadelos, que turvam – ou escancaram – as relações. A estrutura do filme brinca com a de um bolachão de vinil. “Tudo na vida tem um lado A e um lado B”, dizia o cartaz de divulgação, à época. A Durval Discos, se seguiram É Proibido Fumar(2009), em que Gloria Pires e Paulo Miklos fazem um casal unido por uma obsessiva paixão, eChamada a Cobrar (2012), versão para o cinema de Para Aceitá-la, Continue na Linha (2009), filme sobre o seqüestro-relâmpago da mãe de três filhas adultas, feito para a TV.

Que Horas Ela Volta?, título emprestado da pergunta que Fabinho fazia a Val sobre a mãe, quando criança, começou a ser gestado ainda antes de Durval Discos, há vinte anos. Mas só hoje, diz Anna, com a chamada PEC das Domésticas, ele se tornou possível tal como é. Uma versão anterior da história, reescrita pela diretora à luz de livros como Casa Grande & Senzala, de Gilberto Freyre, e Raízes do Brasil, de Sérgio Buarque de Hollanda, tinha um final completamente diferente. “Eu não pensei na PEC quando fiz o filme. Mas, ao mesmo tempo, a discussão está aí. O Brasil está mudando e você, como autor, acaba pensando e assimilando o assunto, mesmo que não o leve de forma consciente para o seu filme”, diz a diretora. “Esse, sem dúvida, é um longa pós-PEC. Ele não terminaria da mesma forma antes da PEC. Nem a Jéssica existiria, isso seria inverossímil vinte anos atrás.”

Ainda que retrate as mudanças que enfrenta o Brasil, com a ascensão da classe C e a conquista de direitos pelos funcionários domésticos – “Esse país está mesmo mudando”, diz Bárbara, a patroa, quando a empregada conta que a filha vai prestar vestibular para a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP -, Que Horas Ela Volta? é marcado pelo servilismo de Val. “Quando eles oferecem algo, é por educação, porque sabem que a gente vai dizer não”, ensina, a certa altura, a doméstica à filha insubmissa. Era tarde: em outra cena, sentada na única mesa da cozinha, Jéssica já havia aceitado o suco que Bárbara ofereceu a ela por pura educação no café da manhã, num raro dia em que Val perdeu a hora de acordar. A cena termina com a patroa da mãe, de costas para a garota, preparando a bebida no balcão e fumaçando de raiva.

A patroa é, aliás, o personagem mais arriscado do filme, pois quase resvala no estereótipo de vilã. A violência das atitudes de Bárbara ajuda a construir o conflito principal do longa, e Anna Muylaert resolveu assumir o risco. “A Bárbara foi a personagem mais difícil de criar, tanto na escrita como na direção, porque eu queria que ela fosse alguém em quem as pessoas se reconhecessem, mas chega um ponto do filme em que as ações dela são mesmo de vilã. Então, eu decidi que mais à frente ela recuperaria a humanidade, para reequilibrar a história”, conta a cineasta. “No fundo, a Bárbara é mais uma vítima de um sistema cultural e, além do mais, acho que se sente ameaçada por Jéssica, uma outra mulher que está encantando os homens da casa. Tem uma questão sexual aí, também.”

No papel da doce e ingênua Val, a atriz Regina Casé evoca o afeto que permeia as relações entre patrões a empregados para defender o roteiro. “O que a gente observa no filme é que mesmo as relações de poder são o tempo todo invadidas e irrigadas por relações de afeto. São relações muito complexas. O longa não reduziu isso tudo apenas a uma relação patrão-empregado e esse é um dos méritos do filme”, diz Regina, merecidamente premiada em Sundance, junto com Camila Márdila, com o troféu de melhor atriz do festival.

A complexidade das relações entre senhores e escravos, que por séculos constituiu a base da vida doméstica do Brasil, foi esmiuçada por Gilberto Freyre, para quem havia crueldade e doçura nos relacionamentos, e por Joaquim Nabuco, que lembra em suas memórias do carinho físico recebido dos escravos da fazenda da família. Foi Nabuco, o baluarte da abolição que certa feita defendeu Machado de Assis dizendo não ver nele “o mulato”, mas “um grego da melhor época”, contradição tão representativa do enrosco social criado pela escravidão, o que mais guiou Anna. “De todos os livros que li, A Escravidão, do Joaquim Nabuco, foi o que mais me influenciou. Para a estrutura dramática, usei bastante de A Casa Tomada, do Cortázar”, conta a diretora, que também cita entre as suas referências O Som ao Redor (2012), filme do pernambucano Kléber Mendonça sobre a sobrevivência atávica da cultura da senzala entre a classe média de Recife. Há liberdade, há afeto, mas também há servidão e aprisionamento.

A liberdade, aliás, é um conceito caro a Anna Muylaert. Desde seu primeiro telefilme – há dois anos, ela fez outro, E Além de Tudo, me Deixou Mudo o Violão, uma fonte de arrependimento, já que “passou à uma da manhã na TV Cultura, para ninguém” -, a cineasta adotou a tecnologia digital como meio de filmagem. Com ela, passou a eleger também o improviso controlado como método de direção.

“A Anna não segue o roteiro, ela dá liberdade para você improvisar”, conta Regina Casé, que vem pensando em voltar a atuar com maior frequência, por insistência de amigos. Ela está simplesmente irretocável como Val. Até o sotaque pernambucano é legítimo – embora quem more em outras regiões muitas vezes não perceba, cada Estado do Nordeste tem um sotaque próprio. “Não dava para treinar, porque não dava para decorar o roteiro. Então, usei 30 anos de viagem sem parar pelo Brasil inteiro e a influência da minha família, que é de Caruaru.”

Foi também das suas andanças pelo país e da família, mas em especial da vivência que teve em casa, que Regina Casé tirou os diferentes ângulos que compõem a personagem. “Minha filha, Benedita, hoje tem 26 anos. Quando ela era criança, era muito comum as babás virem do Nordeste e deixarem os próprios filhos por lá, para só buscar depois de se estabelecerem no Sudeste. A Ana, babá da minha filha, tinha um menino da mesma idade da Benedita, o Carlos Henrique, com quem eu convivo direto até hoje. Quando eu soube que ela tinha um filho, ele tinha uns 6 anos, e eu pude ajudá-la a trazê-lo para cá. Ele morava em Querala, no interior do Maranhão, era uma história parecida com a da Val. Hoje, ele trabalha com o meu marido na Pindorama Filmes, com a fotografia. Nesse momento, esse menininho está no sul da Índia fazendo um documentário sobre esportes olímpicos.”

Para além dos livros, Anna Muylaert se inspirou na própria vivência. Criada por babás na casa da mãe, ela também contou com ajuda quando teve filho. “Esse filme é uma colcha de várias histórias de pessoas que conheço. Uma delas é a Edna, que trabalhou comigo e hoje é minha amiga. A casa da Regina Casé, no longa, é a casa da Edna.”

Fonte: Revista Veja.

Documentário dirigido por Walter Salles será exibido no Festival de Berlim

“Jia Zhangke, Um Homem de Fenyang” retrata a trajetória de um dos mais importantes cineastas da China

Por IG São Paulo / 20/015

O documentário “Jia Zhangke, Um Homem de Fenyang”, dirigido pelo brasileiro Walter Salles, será exibido na Mostra Panorama do Festival de Berlim. O evento, um dos mais importantes do cinema mundial, será realizado de 5 a 15 de fevereiro.

O longa mostra a trajetória de Jia Zhangke, um dos mais importantes cineastas da China, diretor de “O Mundo” e “Em Busca da Vida”, entre outros. Salles entrou em contato com o chinês no próprio Festival de Berlim, em 1998, e desde então tornou-se fã de sua obra.

Leia também: Filmes brasileiros serão exibidos na mostra Forum do Festival de Berlim

Imagem do filme 'Jia Zhangke, um Homem de Fenyang'
Divulgação

Imagem do filme ‘Jia Zhangke, um Homem de Fenyang’

No filme, que foi exibido na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo no ano passado, Zhangke volta a locais onde viveu – incluindo sua cidade natal, Fenyang – e rodou seus filmes.

Brasileiros em Berlim

A Mostra Panorama de Berlim exibirá os também nacionais “Sangue Azul”, de Lírio Ferreira, e “Ausência”, de Chico Teixeira.

Já “Beira-Mar”, de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, e “Brasil S/A”, de Marcelo Pedroso, estarão na programação de outra mostra, a Forum.

A mostra de curta-metragens também terá um representante brasileiro: “Mar de Fogo”, de Joel Pizzini, um ensaio sobre Mário Peixoto, autor do filme “Limite”, lançado em 1930.

ANTONIETA, Uma Vida, Muitas Mortes

Antonieta foto Revista PiauíFoto: Revista Piauí

Longa metragem documentário  roteiro e direção de Betse de Paula. Produção Aurora Cinematográfica. Antonieta Campos Xavier, ou Dra. Baiana, como é mais conhecida a médica legista da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, nasceu em 1944 no Rio do Meio, Bahia. Filha de trabalhadores rurais e única mulher entre oito irmãos foi semianalfabeta até os vinte anos. A mudança de seu destino ocorreu quando foi morar no Rio de Janeiro com os donos da fazenda onde seu pai trabalhava: Sinval Palmeira e Maria de Lourdes. Campeã em necropsia de baleados (Perfurações com Armas de Fogo), o trabalho de Antonieta já despertou o interesse de jornalistas e esteve na página de diferentes publicações. O documentário pretende registrar a trajetória de Antonieta, nossa personagem principal, mostrando sua história de luta e superação, suas memórias, seu cotidiano, sua relação com os vivos e com os mortos e sua atividade profissional como medica legista e ainda promover uma reflexão sobre temas como educação, saúde e segurança pública. Realização pré estreia do filme em tela grande. Percorrerá os circuitos nacional e internacional de festivais de cinema e documentário.  Possibilidades  de  exibicão em TV  fechada e  no  mercado  nacional de home video e disponibilização do filme em diferentes plataformas da web, ampliando ainda mais as possibilidades de acesso.

– Inscrito na Lei do ISS do Rio de Janeiro – código WEC485

– Valor aprovado para captação – até R$ 450.830,00

“Faroeste Caboclo” é o grande vencedor do Prêmio do Cinema Brasileiro

Conhecido como Oscar brasileiro, evento aconteceu na noite de terça (26) e homenageou o cineasta Domingos de Oliveira

Por Nina Ramos , iG Rio de Janeiro 

AgNews

Fabrício Boliveira é escolhido melhor ator

A noite de terça-feira (26) foi de gala para a classe artística. No palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro aconteceu a 13º edição do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, chamado por alguns de Oscar brasileiro. Liderando a lista dos vencedores, “Faroeste Caboclo” e sua equipe levaram para casa sete troféus Grande Otelo, incluindo o de Melhor Longa-Metragem de Ficção, último prêmio anunciado da noite.

“Este filme é muito pessoal, apesar de ser comercial”, disse o diretor Rene Sampaio ao receber a honraria. “O que o País precisa é que todo mundo tenha espaço nas salas de cinema, seja um filme pequeno ou grande. A nossa meta é que o governo ajude a manter nossos filmes mais tempo nas salas. Só a gente sabe como é difícil”, discursou.

“Faroeste Caboclo” ainda faturou as categorias Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Montagem Ficção, Melhor Trilha Sonora Original, Melhor Som, Melhor Direção de Fotografia e Melhor Ator, com Fabrício Boliveira, que na história viveu João de Santo Cristo. Na categoria Melhor Atriz, Isis Valverde, que interpretou Maria Lucia, perdeu o troféu para Gloria Pires, por “Flores Raras”.

“Digo que já ganhei um prêmio por estar concorrendo com grandes atrizes, como a Fernandona (Montenegro), Gloria (Pires), Sophie (Charlotte), que tem crescido bastante… É um time bacana”, disse a atriz ao iG.

Aliás, por falar em Gloria (representada pela filha Ana), a ausência de grandes nomes, que estavam indicados ou não, foi sentida. Alguns deles: Fernanda Montenegro, Leandra Leal, Paulo Gustavo, Irandhir Santos, Fábio Porchat, entre outros. Novidade este ano foi a nova categoria de Melhor Longa-Metragem Comédia, vencida por “Cine Holliúdy”, de Halder Gomes. A trama faturou também o Melhor Longa de Ficção pelo Voto Popular.

“Eu dedico esse prêmio para todo o povo da comédia, para todos os comediantes do Brasil. Agradeço também ao Ceará, que fez o filme ser o mais visto de todos os tempos. Bateu até Titanic! Confio muito no meu público, é pesado mesmo. Não tem coisa mais difícil no mundo do que fazer um filme. O cara que faz um filme pode fazer o que ele quiser, pode ser astronauta, pode ser o que ele quiser”, brincou Halder em seu discurso de agradecimento.

 

Confira abaixo a lista completa dos vencedores:

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Kleber Mendonça Filho, por “O Som ao Redor”

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Marcos Bernstein e Victor Atherino – adaptado da música “Faroeste Caboclo” de Renato Russo, Legião Urbana – por “Faroeste Caboclo”

MELHOR MONTAGEM DOCUMENTÁRIO
Marília Moraes e Tina Baz, por “Elena”

MELHOR MONTAGEM FICÇÃO
Marcio Hashimoto, por “Faroeste Caboclo”

MELHOR EFEITO VISUAL
Daniel Greco e Bruno Monteiro, por “Uma História de Amor e Fúria”
Robson Sartori, por “Serra Pelada”

MELHOR FIGURINO
Marcelo Pies, por “Flores Raras”

MELHOR MAQUIAGEM
Siva Rama Terra, por “Serra Pelada”

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
José Joaquim Salles, por “Flores Raras”

MELHOR CURTA-METRAGEM ANIMAÇÃO
“O Menino que Sabia Voar”, de Douglas Alves Ferreira

MELHOR CURTA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO
“A Guerra dos Gibis”, de Thiago Brandimarte Mendonça e Rafael Terpins

MELHOR CURTA-METRAGEM FICÇÃO
“Flerte” de Hsu Chien

MELHOR TRILHA SONORA
Paulo Jobim por “A Luz do Tom”

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
Phillipe Seabra por “Faroeste Caboclo”

MELHOR SOM
Leandro Lima, Miriam Biderman, ABC, Ricardo Chuí e Paulo Gama por “Faroeste Caboclo”

MELHOR LONGA–METRAGEM ESTRANGEIRO
“Django Livre”/Django Unchained de Quentin Tarantino. Distribuição: Sony Pictures

MELHOR LONGA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO
“Uma História de Amor e Fúria”, de Luiz Bolognesi. Produção: Caio Gullane, Fabiano Gullane, Débora Ivanov e Gabriel Lacerda por Gullane Entretenimento, Laís Bodanzky, Luiz Bolognesi e Marcos Barreto por Buriti Filmes

MELHOR LONGA-METRAGEM INFANTIL
“Meu Pé de Laranja Lima”, de Marcos Bernstein. Produção: Katia Machado por Pássaros Films do Brasil Audiovisuais Ltda.

MELHOR LONGA–METRAGEM DOCUMENTÁRIO
“A Luz do Tom”, de Nelson Pereira dos Santos. Produção: Márcia Pereira dos Santos por Regina Filmes Ltda e Maurício Andrade Ramos por Videofilmes

MELHOR LONGA-METRAGEM COMÉDIA
“Cine Holliúdy”, de Halder Gomes. Produção: Halder Gomes e Dayane Queiroz por ATC Entretenimentos

VOTO POPULAR – MELHOR LONGA-METRAGEM ESTRANGEIRO
“Django Livre”/Django Unchained de Quentin Tarantino. Distribuição: Sony Pictures

VOTO POPULAR – MELHOR LONGA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO
“Elena”, de Petra Costa. Produção: Petra Costa por Busca Vida Filmes

VOTO POPULAR – MELHOR LONGA-METRAGEM DE FICÇÃO
“Cine Holliúdy”, de Halder Gomes. Produção: Halder Gomes e Dayane Queiroz por ATC Entretenimentos

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA
Gustavo Habda, por “Faroeste Caboclo”

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Wagner Moura, como Lindo Rico, por “Serra Pelada”

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Bianca Comparato, como Carmem Tereza, por “Somos tão Jovens”

MELHOR ATOR
Fabrício Boliveira, como João de Santo Cristo, por “Faroeste Caboclo”

MELHOR ATRIZ
Gloria Pires, como Lota de Macedo Soares, por “Flores Raras”

MELHOR DIREÇÃO
Bruno Barreto por “Flores Raras”

MELHOR LONGA–METRAGEM DE FICÇÃO
“Faroeste Caboclo” de Rene Sampaio. Produção: Bianca De Felippes por Gávea Filmes e Produções, Marcello Maia por República Pureza e René Sampaio por Fogo Cerrado Filmes.

 

Olhem só que legal o que recebi do WordPress!

O ano de 2010 no “nosso” blog

Compartilho alguns  dos dados sobre o desempenho do “nosso” blog.

Números apetitosos

Um Boeing 747-400 transporta 416 passageiros. Nosso blog foi visitado cerca de 5,600 vezes em 2010. Ou seja, cerca de 13 747s cheios.

Em 2010, escreveu 100 novos artigos, aumentando o arquivo total do seu blog para 152 artigos. Fez upload de 66 imagens, ocupando um total de 14mb. Isso equivale a cerca de 1 imagens por semana.

O seu dia mais activo do ano foi 11 de junho com 64 visitas. O artigo mais popular desse dia foi Toques.

De onde vieram?

Os sites que mais tráfego lhe enviaram em 2010 foram vivagasometro.blogspot.com, pt-br.wordpress.com, google.com.br, luizmullerpt.wordpress.com e search.conduit.com

Alguns visitantes vieram dos motores de busca, sobretudo por amigas, william da silva lima, filmes brasileiros, sanchotene e fotos de amigas.

8º Congresso Brasileiro de Cinema

Finaliza hoje o 8º Congresso Brasileiro de Cinema. Tenho acompanhado algumas das discussões. Inquietudes antigas continuam. Como disse o presidente do 8º CBC , Rosemberg Cariri, “vamos quebrar paradigmas, vamos discutir situações realmente importantes para o Cinema Brasileiro”.

“Na linha” que falou nosso presidente Cariri, me arrisco a dizer que temos de  prestar muita atenção na distribuição e na exibição. Como me falou a alguns anos atras um conhecido executivo gaúcho “quem tem a distribuição tem o mercado na mão”. Este para mim continua sendo o da questão.

Abraços  a todos!