Festival de Veneza 2020

Primeira grande mostra de cinema a acontecer presencialmente em meio à pandemia, evento adotou medidas contra a Covid-19, mas convidados posaram sem máscaras


O diretor do Festival de Cinema de Veneza, Alberto Barbera, e a presidente do júri, a atriz australiana-americana Cate Blanchett, tocam o cotovelo ao chegarem para a cerimônia de abertura da mostra — Foto: TIZIANA FABI / AFP

O diretor do Festival de Cinema de Veneza, Alberto Barbera, e a presidente do júri, a atriz australiana-americana Cate Blanchett, tocam o cotovelo ao chegarem para a cerimônia de abertura da mostra — Foto: TIZIANA FABI / AFP

A presidente do júri do 77º Festival de Cinema de Veneza, a atriz australiana-americana Cate Blanchett, posa de máscara durante o festival — Foto: TIZIANA FABI / AFP

A presidente do júri do 77º Festival de Cinema de Veneza, a atriz australiana-americana Cate Blanchett, posa de máscara durante o festival — Foto: TIZIANA FABI / AFP

Presidente do júri do 77º Festival de Cinema de Veneza, a atriz australiana-americana Cate Blanchett posa sem máscara antes da cerimônia de abertura do evento — Foto: TIZIANA FABI / AFP

Presidente do júri do 77º Festival de Cinema de Veneza, a atriz australiana-americana Cate Blanchett posa sem máscara antes da cerimônia de abertura do evento — Foto: TIZIANA FABI / AFP

Sem máscara facial, a atriz britânica Tilda Swinton manda um beijo enquanto posa no tapete vermelho após receber o prêmio Leão de Ouro pelo conjunto da obra durante a cerimônia de abertura do 77º Festival de Cinema de Veneza — Foto: TIZIANA FABI / AFP

Sem máscara facial, a atriz britânica Tilda Swinton manda um beijo enquanto posa no tapete vermelho após receber o prêmio Leão de Ouro pelo conjunto da obra durante a cerimônia de abertura do 77º Festival de Cinema de Veneza — Foto: TIZIANA FABI / AFP

O diretor espanhol Pedro Almodovar e a atriz britânica Tilda Swinton encontram fãs e fotógrafos ao deixarem hotel em direção ao festival — Foto: ALBERTO PIZZOLI / AFP

O diretor espanhol Pedro Almodovar e a atriz britânica Tilda Swinton encontram fãs e fotógrafos ao deixarem hotel em direção ao festival — Foto: ALBERTO PIZZOLI / AFP

Sem máscaras, a atriz britânica Tilda Swinton e o diretor espanhol Pedro Almodovar participam posam para fotos antes da exibição do filme "A voz humana" no 77º Festival de Cinema de Veneza — Foto: TIZIANA FABI / AFP

Sem máscaras, a atriz britânica Tilda Swinton e o diretor espanhol Pedro Almodovar participam posam para fotos antes da exibição do filme “A voz humana” no 77º Festival de Cinema de Veneza — Foto: TIZIANA FABI / AFP

Membro do júri do 77º Festival de Cinema de Veneza, o ator norte-americano Matt Dillon chega para a cerimônia de abertura do evento — Foto: TIZIANA FABI / AFP

Membro do júri do 77º Festival de Cinema de Veneza, o ator norte-americano Matt Dillon chega para a cerimônia de abertura do evento — Foto: TIZIANA FABI / AFP

Os membros do júri do 77º Festival de Cinema de Veneza, Nicola Lagioia, Joanna Hogg, Matt Dillon, Christian Petzold, Veronika Franz, Cate Blanchett e Ludivine Sagnier, o diretor do festival de Veneza, Alberto Barbera e o presidente da Bienal de Veneza, Roberto Cicutto — Foto: TIZIANA FABI / AFP

Os membros do júri do 77º Festival de Cinema de Veneza, Nicola Lagioia, Joanna Hogg, Matt Dillon, Christian Petzold, Veronika Franz, Cate Blanchett e Ludivine Sagnier, o diretor do festival de Veneza, Alberto Barbera e o presidente da Bienal de Veneza, Roberto Cicutto — Foto: TIZIANA FABI / AFP

Por G1

O Nosso Olhar – Diário Visual da Pandemia

O projeto consite na criação de um grupo no facebook
(https://www.facebook.com/groups/572716556933265/ ) com o objetivo de acolher o registro através de fotografias dos participantes durante os dias em que estarão confinados  em casa em virtude do coronavírus. Através da fotografia digital e do uso de nossos celulares podemos registar cenas do isolamento social.

A cada semana é apresentado um tema para a execução das fotos, a partir de palavras escolhidas pelo próprio grupo .

No final do projeto, Leandro Selister idealizador e curador do projeto, fará uma seleção das imagens e serão lançadas Revistas On-line com as imagens referentes as palavras do projeto. Em paralelo, uma conta no Instagram (@projetoonossoolhar) também acolherá as imagens produzidas pelos participantes através da hashtag #projetoonossoolhar. Será criado ainda um site onde cada um dos participantes vai possuir uma página individual com suas imagens podendo comercializar  diretamente com os visitantes que tiverem interesse na aquisição das obras.

Ao longo da duração do projeto  Leandro Selister apresentará em canal do YouTube dicas do App Snapssed, que é gratuito e permite uma série de recursos para trabalhar as imagens.

Atualmente o grupo tem mais de 2.200 participantes e em torno de 350 participam postando imagens.

Captação através da Lei Estadual de Incentivo a Cultura/LIRS no ítem 100%.

Custo total do projeto R$ 65.000,00 (sessenta e cinco mil reais).

Cultura brasileira em números

culturabrasileira

O Ministério da Cultura (MinC) lançou na semana passada a segunda edição do estudo Cultura em Números, originalmente publicado em 2008. O levantamento traz os indicadores culturais referentes à produção, oferta, valores de captação, fundos, legislação e políticas de cultura.

Entre os setores analisados estão: cinema, vídeo, música, teatro, dança, circo, artes, design e moda, fotografia, patrimônio, museus, cultura popular, biblioteca pública, livraria, centro cultural, artesanato e meios de comunicação.

Os dados foram coletados entre os anos de 2003 e 2007 pelo IBGE, IPEA, INEP, Ibope, e compilados pelo MinC entre 2007 e 2008.

No setor cinematográfico, há informações sobre o número de salas por região e por habitantes, concentração de salas nas capitais, percentual de municípios com salas, cursos, festivais e editais de cinema. Além de esmiuçar a freqüência do público por faixa etária, raça, renda, escolaridade e sexo.

De acordo com os dados, a região que mais concentra salas de cinema no Brasil é a Sudeste, com 1.244, sendo que 722 estão no Estado de São Paulo. Na região Sul, a maior quantidade de salas está no Rio Grande do Sul: 139. No Nordeste, as salas estão mais concentradas na Bahia, com 71. No Norte, no Amazonas: 22. E no Centro-Oeste, no Distrito Federal: 79.

O Estado do Rio de Janeiro, por sua vez, é o que tem o maior percentual de festivais (28,26%), concursos de cinema (18,48%), cineclubes (27,17%), escolas e cursos de cinema (7,61%) e de municípios com salas de cinema (41,30%).

Porto Alegre e o Distrito Federal tem o maior percentual de pessoas que frequentam cinema. A média verificada nas capitais é de 15%, mas a capital gaúcha registrou 21% e o DF, 20%.

Já a faixa etária que passa mais tempo dentro das salas de cinema no país é a de 20 a 24 anos, com 21%. Em seguida, os adolescentes de 12 a 19 anos: 20%. Na freqüência por sexo, os homens aparecem com vantagem: 15% contra 13% das mulheres. E a raça que mais freqüenta as salas é a oriental, com 30%, seguida pelos brancos: 18%.

O perfil do consumidor apontado pelo estudo mostra que a população do Brasil, em média, vai ao cinema uma vez a cada 2 ou 3 meses, preferindo filmes de Hollywood e dos gêneros ação, aventura e comédia.

Faça o download do estudo e confira os dados gerais e de cada Estado.

Exposição de Adriana Donato

Jac Sanchotene, Zila Urroz e a artista Adriana Donato, no lançamento da Exposição desta, dia 6 de outubro no Espaço Rotta Ely.

A exposição acontece de 6 a 26 de outubro. É um trabalho incomum de fotografias com sombras e sombras em tamanho natural. Foi um momento divertido em que os convidados puderam apreciar doces da cozinha vegetariana.

A vernissage teve os apoios de: vinhos Oremus, Alimentos para a Vida e Temaky Express e Lounge.

O trabalho de Adriana Donato.


Sérgio Ferrony, o fotógrafo da noite, com o belo trabalho de Adriana Donato ao fundo.