Solenidade celebra primeiro Patrimônio Cultural do Mercosul!

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O ministro da Cultura do Brasil, Juca Ferreira, e a ministra de Educação e Cultura do Uruguai, Maria Julia Muñoz, estarão em Jaguarão (RS), na divisa do Brasil com o Uruguai, neste sábado (30), onde será realizada solenidade de celebração do reconhecimento da Ponte Barão de Mauá como primeiro bem binacional reconhecido como Patrimônio Cultural pelos países do Mercosul.

A Ponte Barão de Mauá foi construída entre os anos de 1927 e 1930 sobre o rio Jaguarão com o intuito de aproximar política, econômica e culturalmente Brasil e Uruguai. O rio Jaguarão separa os municípios de Jaguarão (RS), no Brasil, e de Rio Branco, no Uruguai.

Às 15h30, no Salão Nobre do Gabinete da Prefeitura Municipal de Jaguarão, será instalada uma Comissão Binacional para a Gestão da Ponte e lançada uma publicação sobre o monumento. Do lado brasileiro, além do ministro Juca Ferreira, participarão da solenidade a presidente do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), Jurema Machado; um representante do governo do Rio Grande do Sul; e o prefeito de Jaguarão, José Cláudio Ferreira Martins. Do Uruguai, além da ministra Maria Julia Muñoz, participam o presidente da Comissão de Patrimônio Cultural do país, Nelson Inda; o governador de Cerro Largo, Pedro Saravia; e o prefeito de Rio Branco, Robert Pereira.

Texto: Assessoria de Comunicação Ministério da Cultura com informações do Iphan

Diálogos em Rede chega ao sul do país

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Porto Alegre (RS) receberá o V Diálogo em Rede na próxima segunda feira, 27/4. No intervalo de pouco mais de uma mês, a caravana percorreu as cinco regiões do Brasil. A primeira edição aconteceu dia 25 de março, em Brasília (DF). O segundo Diálogo em Rede ocorreu em Salvador (BA), em 13/4, seguido pela III edição, em Boa Vista (RR), dia 16/4, e no Rio de Janeiro, dia 24/4.

30 Anos de Ministério da Cultura!

minc 30 anos

O fim da ditadura militar (1964-1985) trouxe um período de esperança e de abertura para novas ideias e iniciativas que atendessem às demandas da sociedade. Foi com esse impulso de renovação que, ao tomar posse, o presidente José Sarney criou o Ministério da Cultura (MinC). A iniciativa reconheceu a autonomia e a importância da Cultura, até então tratada em conjunto com a Educação. Neste domingo (15/3), o MinC comemorou 30 anos de existência.

Ministro entre 2003 e 2008, o cantor Gilberto Gil diz que o ministério surgiu há 30 anos justamente no período inicial de intensas mudanças tecnológicas e econômicas, com um impacto forte na vida cultural. “Se você considerar nestes últimos 50, 60 anos, o impacto do cinema, da televisão, dessas novas linguagens que entraram no meio circulante da vida cultural brasileira, é uma transformação imensa”, afirma Gil, que deu um passo fundamental na consolidação de políticas públicas como a dos Pontos de Cultura em 2004.

As mudanças ocorridas ao longo do tempo trouxeram posteriormente desafios para o próprio ministério e a sociedade em geral. Como exemplo de transformações, Gilberto Gil cita a era digital e a diversidade cultural. “Uma questão são as especializações que foram surgindo na questão da vida cultural, sobretudo na gestão da vida cultural”, disse. “Você tem, hoje, o conceito da diversidade cultural, que é uma coisa que você não precisava pensar 50 anos atrás, ou o que se pensava era muito incipiente. Há essa questão da diversidade cultural, dos vários grupos humanos, nas suas várias influências”.

Na década de 1980, as reviravoltas sociais, históricas e culturais criaram um momento em que foi necessário construir uma estrutura à altura da importância da cultura.

O Ministério da Cultura nasceu de amplas reivindicações das manifestações nascidas na época da democratização, com o movimento das ‘Diretas Já’, surgiu a ideia do ministério como instância de fomento e de estímulo às atividades culturais que haviam sofrido gravíssimas restrições e repressão ao longo do regime de exceção.

Cultura e Sustentabilidade

Seminário acontece no Galpão da Cidadania

Especialistas discutem a importância da Cultura como o quarto pilar para a sustentabilidade

Rio de Janeiro – O ministro-interino da Cultura, Vitor Ortiz, abriu hoje (19) pela manhã, no Galpão da Cidadania, o Seminário Internacional sobre Cultura e Sustentabilidade, realizado em parceira com a Cidade e Governos Locais Unidos – CGLU (em inglês UCLG).

O objetivo foi discutir a importância da Cultura para o desenvolvimento sustentável a partir de uma visão que contemple a economia criativa, as diversidades étnicas, sociais e religiosas, as particularidades locais e o direito de expressão cultural.

Também participaram da mesa de abertura o presidente da CGLU e prefeito da cidade de Istambul(Turquia), Kadir Topbas; o subdiretor geral de planificação da Unesco, Hans d’Orville; e o secretário municipal de Cultura do Rio de Janeiro, Emilio Kalil.

Para a ONU (Organização das Nações Unidas), o desenvolvimento sustentável reúne três eixos principais: o Social, o Econômico e o Ambiental. Especialistas, dirigentes de organismos internacionais, gestores culturais e artistas querem a inclusão de um quarto eixo, o Cultural, partindo da compreensão de que essa nova economia só será possível com uma mudança na forma como as pessoas entendem a sua relação com o planeta.

“Além dos pilares existentes, a cultura também é essencial para a sustentabilidade, mas ainda não conseguimos o consenso suficiente para tê-la no mesmo padrão que estão os outros pilares”, disse Ortiz, citando a Declaração de São Paulo, documento firmado em abril de 2012 entre os países membros do Mercosul, além da Bolívia, Chile, Equador e Peru, e que aponta nessa direção. Leia a Declaração.

O presidente da CGLU disse que não há como entender cultura e sustentabilidade de forma dissociada. “Desenvolvimento sustentável e cultura são elementos absolutamente interconectados”, citando o exemplo de Istambul como cidade em que o elemento cultural é decisivo para a formulação de qualquer política. “É uma cidade 8 mil e 500 anos de história, precisamos ver as cidades como espaços culturais”.

Hans d’Orville enfatizou que “a Unesco defende uma abordagem integrada dos aspectos culturais. Devemos progredir, colocando a cultura no centro do paradigma”.

O debate prosseguiu com novas formações, que incluíram o ministro da Cultura do Paraguai, Tício Escobar; o presidente do Iphan, Luiz Fernando de Almeida e o presidente da Associação Sueca de Autoridades Locais, Anders Knape, além de especialistas internacionais.

Na plateia também estavam os secretários de Políticas Culturais do MinC, Sergio Mamberti, e de Articulação Institucional, Roberto Peixe, e o presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Galeno Amorim. A discussão prosseguiu à tarde com novos debatedores.

O que é a CGLU

A Cidade e Governos Locais Unidos – CGLU (UCLG, a sigla em inglês) é uma organização que reúne governos locais autônomos e democráticos. Forma uma rede mundial com a finalidade de representar os interesses das cidades por meio da cooperação entre as administrações locais e a comunidade internacional, aumentado a influência dos governos locais nas decisões em nível mundial.

As cidades que integram a rede assumem o compromisso de lutar contra o aquecimento climático e priorizar a proteção do meio ambiente; promover os direitos humanos e atuar em favor do respeito à diversidade como fundamento para a paz e o desenvolvimento; e apoiar a aplicação das Metas de Desenvolvimento do Milênio e da democracia local.

Fundada em 2004, com sede em Barcelona (Espanha), está presente em mais de mil cidades e 140 países de todas as regiões do mundo, com Seções Regionais na África, Ásia-Pacífico, Oriente Médio, América do Norte e América Latina. Você pode obter mais informações no site da organização.

O que é Economia de Baixo Carbono

A economia sustentável, ou economia de baixo carbono, é uma economia em que se procura minimizar as emissões de gases com efeito estufa (o carbono) de forma a reduzir as consequências das alterações climáticas, compatibilizando crescimento econômico com preservação ambiental.

(Texto: Ascom/MinC)
(Fotos: Caru Ribeiro)

Audiovisual

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MinC abre seleção pública de propostas para apoio a projetos do campo audiovisual

A Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura lançou nesta segunda-feira, 7 de maio, Chamamento Público que visa selecionar propostas culturais que apresentem objetivos em conformidade com os programas e ações da secretaria.  A seleção tem como finalidade ampliar a criação, produção, inovação, difusão e acesso a obras e serviços audiovisuais, respeitando as legislações vigentes que regulam os convênios entre o poder público e as instituições privadas. As propostas deverão ser apresentadas, até 21 de maio, após o credenciamento gratuito das instituições, que deve ser realizado pelo Sistema Online de Inscrição. Poderão participar instituições privadas, sem fins lucrativos, que comprovem sua existência e efetivo exercício de atividades, referentes à matéria do objeto da proposta, nos últimos três anos; e que estejam cadastradas no SICONV e no portal www.convenios.gov.br. Confira o chamamento Leia a matéria na íntegra.

Notícias do Cinema Brasileiro

Cinema Brasileiro

Ancine divulga informe anual que registra aumento de público e renda em 2011

“De Pernas pro Ar” teve a maior bilheteria do ano entre os filmes nacionais.

Os números registrados pelo Informe Anual de Acompanhamento de Mercado 2011 – Filmes e Bilheterias, divulgado nesta segunda-feira, 30, pela Agência Nacional do Cinema (Ancine), são muito favoráveis para o segmento no país. Os dados levam o Brasil a fazer parte da lista das 20 maiores bilheterias do ano, ou seja, está entre os mercados cinematográficos mais importantes do mundo.

O número total de ingressos vendidos chegou a 143,9 milhões e a renda bruta nas bilheterias dos cinemas alcançou o valor de R$ 1,44 bilhão. Esses números confirmaram a tendência de alta verificada desde o início de 2011.

A bilheteria dos filmes brasileiros ficou entre as três melhores dos dez últimos anos, em números absolutos. Foram quase 18 milhões de ingressos vendidos e  mais de R$ 163 milhões de renda bruta gerada.

Os três filmes nacionais que ficaram entre as 20 maiores bilheterias do ano de 2011 foram: De Pernas pro Ar (11ª posição), Cilada.com (13ª) e Bruna Surfistinha (19ª). Os Estados Unidos ocupam as dez primeiras posições da lista e também as demais que não estão preenchidas pelo Brasil.

Em 2011, também se destacaram as produções Assalto ao Banco CentralO PalhaçoO Homem do FuturoQualquer Gato Vira-Lata, todas com resultados de público acima de um milhão de ingressos.

Tendência de crescimento

As distribuidoras brasileiras independentes mantiveram a sua tendência de crescimento, tendo assegurado uma participação de mercado de 27,5% no total de filmes exibidos e de 69,0% na exibição de filmes brasileiros.

No total, foram lançados  99 filmes de longa-metragem, número considerado o maior dos últimos 10 anos.

A ausência de megasucessos como Tropa de Elite 2  Nosso Lar fizeram com que fosse registrada uma queda de cerca de 30% na bilheteria dos filmes brasileiros em relação a 2010, tanto em termos de ingressos vendidos como em renda bruta.

O ano de 2011 também rendeu recordes para os filmes estrangeiros exibidos no Brasil. A renda bruta de bilheteria dos filmes internacionais foi de R$ 1,27 bilhão, tendo dobrado de valor em cinco anos. Isso reflete um crescimento do número de ingressos vendidos de cerca de 60% e um aumento do preço médio dos ingressos de 30%, no mesmo intervalo.

Leia Mais

Veja as 20 maiores bilheterias de 2011

Dirigentes do MinC falam sobre perspectiva do setor até 2020

(Texto: Marcos Agostinho, Ascom/MinC)
(Fonte: Ancine/MinC)
(Imagens: Divulgação)

Amigas e amigos…

Amigas e amigos,

Domingo pela manhã participei de um dos Seminários promovidos durante o Forum Social em Porto Alegre. A seguir um resumo das pautas tratadas, todas muito interessantes.

Abraços!

Jac

Cultura e Sustentabilidade

Boa presença de público no seminário realizado neste domingo, em Porto Alegre

A importância da Cultura na busca pelo desenvolvimento sustentável foi o tema do seminário “Cultura e Sustentabilidade, Rumo à Rio+20”, promovido neste domingo, 29/01, pelo Ministério da Cultura, em Porto Alegre. O encontro, realizado na Casa de Cultura Mario Quintana, fez parte das atividades paralelas ao Fórum Social Temático – FST 2012 – e serviu como preparatória para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável que acontecerá em junho próximo, no Rio de Janeiro.

Com uma expressiva presença de público, formado em sua maioria por gestores, produtores e outros representantes da comunidade cultural, o seminário teve início com a mesa “A cultura como pilar estratégico da sustentabilidade”, conduzida pelo secretário-executivo do MinC, Vitor Ortiz, que destacou o objetivo do Ministério da Cultura de aprofundar a questão da Agenda 21 da Cultura. Vitor recordou que o documento nasceu no ambiente do Fórum das Autoridades Locais, realizado em Porto Alegre no início década de 2000, e que foi traduzido para 19 línguas, além de agregado às políticas públicas de cultura desenvolvidas na capital do estado.

Rio+20

“Isto significa que o processo segue vivo, atingido pelas mudanças da sociedade e com um perfil mais contemporâneo. Refletir sobre cultura e sustentabilidade é compreender e entender o caminho para as políticas inclusivas de cultura. O mais importante é discutir o papel estratégico das políticas públicas de cultura para o futuro, colocando-as em alta relevância no debate”, afirmou. O secretário-executivo acredita que até a junho já se tenha acumulado discussões que possam ampliar e reforçar a Carta da Cultura Rio+20.

O secretário adjunto da Cultura do Rio Grande do Sul, Jéferson Assumção, disse que a Cultura é múltipla e está em contínuo processo e que vê a cultura operando em três dimensões: a estética, a cidadã e a econômica. Enfatizou que a cultura é o elemento de qualificação do desenvolvimento econômico e social, ressaltando a importância dos novos movimentos sociais que surgem no país, onde a cultura está no centro e está sendo pensada em uma articulação maior como grande movimento de inclusão.

O assessor especial da presidência do IPHAN, Luiz Philippe Torelly, falou da abrangência do tema e da percepção de que o conceito de cultura se alargou e está em nosso cotidiano. “Temos que observar como se articulam as políticas públicas para os próximos anos”. Torelly disse que a palavra sustentável sofreu um desgaste “Tudo é sustentável”, e colocou uma pergunta: “será que o desenvolvimento sustentável é possível sem pensarmos em novos padrões de consumo?”, finalizou.

O parlamentar espanhol Jordi Marti, (vereador e delegado de Cultura da Câmara Municipal de Barcelona) acredita que é necessário pensar nos quatro pilares do desenvolvimento sustentável: o econômico, social, ambiental e cultural. “O conceito de desenvolvimento sustentável não é suficiente para aguentar os efeitos negativos que o capitalismo impõe. Apesar dos esforços e acordos, sabemos que o ‘mundo continua degradando o planeta’” afirmou.  “O pilar cultural é o mais conflituoso, pois não temos indicadores para medir o desenvolvimento cultural. A cultura é o vetor do campo de batalha no nível ideológico”. Marti citou diversos elementos-chave do desenvolvimento da cultura, como o design, a moda, marketing cultural, a gestão cultural, movimentos sociais vinculados às periferias urbanas, movimentos populares de cunho político e os movimento que propõem uma nova relação de produção e distribuição no meio digital. “Essa grande diversidade cultural levará a se recuperar a discussão da cultura e promover políticas públicas de cultura,


Cultura e desenvolvimento social

Na segunda parte da manhã, foi realizado o debate “O PontenSocial da Cultura”, com participação de Alfredo Wagner – mestre e doutor em Antropologia Social, Pesquisador da Universidade Federal do Amazonas, Eliana Bogéa – coordenadora de projetos estratégicos da Secretaria Municipal de Saneamento e Infraestrutura de Ananindeua/Pará e da socióloga, mestre e doutora em Antropologia Social, Sarela Paz (Bolívia).

Alfredo Wagner fez uma reflexão de como se deu a autoconsciência da cultura que marca o início do século da cultura. “O projeto de uma cartografia cultural, organizando espaços e territórios, novas formas organizativas que se expressam corporalmente devem fazer parte de uma cartografia da diversidade cultural. Ver as diferenças entre tradição e tradicional, proteção e protecionismo e o conceito de contemporâneo e de civilização”.

Eliana Bogéa disse que não se pode pensar em território sem levar em conta as pessoas e que não dá para pensar a Amazônia de fora da Amazônia. Eliana lembrou os repertórios da cultura ribeirinha, suas diferenças e especificidades e entende que a cultura está ligada aos recursos naturais. Solicitou uma presença mais forte do Ministério da Cultura na região e disse que queria ver a região amazônica incluída na Rio + 20 também pelo viés da cultura.

A socióloga boliviana Sarela Paz (doutora em antropologia social) afirmou que o desenvolvimento sustentável deve levar em conta um elemento fundamental que é o tema da extrema pobreza e que a problemática da cultura deve ser pensada com a dimensão dos povos que têm condições e expressões políticas distintas.  Segundo ela, “esse é o novo desafio dos Estados-Nação”, concluiu.


Leia mais:

Seminário em Porto Alegre debate papel da cultura no desenvolvimento sustentável 

(Texto: Martha Pozueco – Ascom/RRS/MinC)
(Fotos: Luiz Tadeu – Ascom/MinC )

Importantíssimo para o setor Audiovisual!

Brasil Maior

 

MinC e MDIC anunciam parceria estratégica no audiovisual

 

Na última terça-feira (18), foi anunciada a inserção do setor audiovisual no Plano Brasil Maior do Governo Federal, durante a premiação do Festival do Rio, no Cine Odeon. Para representar a aliança estratégica construída entre o Ministério da Cultura e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior estiveram presentes a Secretária do Audiovisual, Ana Paula Santana e o Secretário de Comércio e Serviços, Humberto Ribeiro.

O objetivo do plano para o audiovisual é investir e fortalecer as cadeias produtivas e proteger a indústria nacional, atuando em formação e qualificação de mão de obra, buscando desonerar os elos da atividade do setor e desburocratizando todos os processos e entraves ao desenvolvimento do audiovisual no Brasil.

“Essa parceria estratégica construída desde o início do ano, entre MinC e MDIC, é muito importante para o setor audiovisual. Sentimos necessidade de trabalhar para o desenvolvimento dessa indústria, que precisa se profissionalizar enquanto setor empresarial e estratégico. O conteúdo audiovisual vai ser o grande ativo da economia do Brasil e do mundo”, afirma a secretária Ana Paula.

De acordo com o secretário Humberto Ribeiro, o Plano Brasil Maior contemplou segmentos produtivos que não faziam parte das políticas anteriores. “Acreditamos que a inserção do audiovisual no complexo de serviços do Brasil Maior possa robustecer políticas públicas que apoiem o fortalecimento desse setor no país. Seja para inclusão social e geração de empregos, ou para exportação, de modo que o mundo possa conhecer o conteúdo brasileiro”.

Confira aqui mais informações sobre o Plano Brasil Maior.